sábado, 27 de fevereiro de 2016

MEU RELÓGIO DE PAREDE: O tempo se foi, as lembranças, não!


Por MAGNO HOLANDA




............................... o relógio de minha parede..................................!
... amigo, ................................................, companheiro!
Inimigo feroz                                              ...............................................!

............................ fico sempre atento às suas horas...........................
........................... que passam!
........................... não passam!
.......................... traidoras de mim!
Às vezes, apenas batem......................................................................
........................... não passam!

Estou ansioso por vê-la passar.................................................................!
............................................................................. olhando atentamente.
....................... e meu coração palpita no ritmo de suas batidas!
                                     ! ... horas atrasadas ... !
                                     ! ... horas adiantadas ... !
                                                                              Sempre horas que maltratam!
Que lembram .............................................................................................!
Que saudade...................................., das horas de outrora, ..................... que passara;
............................................. entrei no tempo, dentro dele............................................
.... , não mais fora , ........................................................................................................

Tic tac, em boa hora! ........................................................................... Simbora!.........   

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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

SOPHIA: Um amor de um breve momento





Por MAGNO HOLANDA



     ... era meia noite quando Joseph encontrou um moribundo, bêbado e caído numa rua, se é que posso chamar assim aquele beco, esquisito, com pouca iluminação e com muitos traficantes ao redor. Foi constrangido pelo sentimento cristão a ajudá-lo e passaram a noite juntos, dialogando. Naquele belo amanhecer de domingo lúcido, ambos estavam trocando ideias quando Joseph resolveu retornar ao seu passado e, logo começou a revelar o ocorrido:

     -- Estava voltando, tranquilo e com muita paz no coração, duma reunião religiosa quando me deparei com dois homens atacando e golpeando com uma faca e um punhal a minha mãe e minha irmã Adelaide...
     -- mas qual foi sua reação?
     --Não sei bem, porque ceguei na hora. Corri em direção a eles e um deles conseguiu fugir, mas o outro, nervosamente, eu o espedacei todo. Não sei... uma fúria me tomou o corpo, a alma e o espírito, então só parei quando não havia pedaço algum inteiro.
     -- E sua mãe e irmã? O que aconteceu?Você lembra do outro que fugiu?
    -- Elas eram a única família que tinha: minha mãe, Olga, e minha irmã, Adelaide. Quando as pessoas começaram a formar a multidão, saí desesperado, amedrontado, culpado, melado, chorado e ensanguentado. Corria sem rumo, sem direção numa fuga irritante e miserável em busca do nada. Agindo sem pensar e apenas no instinto.
     -- Como você teve coragem de fazer isso com ele? Você foi muito mau!!!
    -- Não sei. Mas o que você faria em meu lugar? Poxa!!! Bento, elas foram estupradas cara. Isso não se faz.
    -- hum!
   -- O pior é que estou sem casa e sem família, fugitivo. No Brasil é assim. se matar um bandido, somos caçados como quem matou gente; estou morando na rua e tenho muito pouco dinheiro.
   -- Cara, acho que posso te ajudar. Lá onde moro tem um quartinho que está desocupado e pertence a uma mulher bondosa e cristã que poderá deixar bem barato pra você. Ei, você vai ver: ela e a filha dela são duas gostosas.


    Bento e Joseph saíram caminhando em direção aos quartinhos de aluguel num vilarejo um pouco distante. De repente, ao passar numa praça onde havia uma apresentação circense, esbarraram-se com dona Maria e sua filha Sofia.  Joseph ficou radiante e incrédulo  diante de uma Cleópatra. O idealismo romântico sobreveio ao ser de Sofia que convenceu a sua mãe a fazer o aluguel para Joseph e, logo em seguida, deixou a todos na praça e começou a caminhar em direção a sua casa. Os olhos de Joseph não desgrudavam das nádegas fofas cobertas por um manto vermelho e que o excitava por completo tirando-lhe a razão. Sofia era encantadora, branca, pernas indecifráveis, olhos castanhos penetráveis em uma face de um anjo, que lhe tirava a pureza.

     Dias se passaram naquele esconderijo escuro, úmido e fantasioso, até que vieram as noites e, de repente, surgiu Sofia transpirante, nervosa e silenciosa com a mesma saia vermelha excitante e, trocaram seus fluídos, sentidos, ejaculações e... seus gemidos eram ouvidos pelas paredes que se excitavam vendo a beleza nua de suas nádegas. Bento silencioso tentou penetrar em Joseph com uma faca, mas Joseph sempre hábil, armado e furioso espedaçou seu amigo Bento como se fosse um inimigo. Quando olhou nos bolsos ensanguentados de Bento, encontrara os objetos pertencentes a sua mãe e uma carta de amor que iria entregar naquela momento à sua Afrodite, Sofia, ... quando de repente uma faca entrou em meu coração, acertando no amor que sentia e escorreu junto com o sangue pela boca beijada por Sofia.  


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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

BONECO DE CERA: Uma visão de si


Por MAGNO HOLANDA



... E ele estava ali diante de mim,...., sem vida!
Mal olhava em meus olhos, aquele ser, frio!
Em meio à escuridão cósmica, sua pele branca brilhava..., se destacava!
 Quem era ele então...? Não sei dizer. Sei que não tinha vida!
?.............. ou tinha......................?

Aquele ser branco, alvo, com a cabeça aberta......
Sim, aqui de cima eu via tudo.....
 Cabeça aberta, cheia da escuridão universal!
..... mas dentro daquela escuridão havia flores, sim, flores amarelas, alegres.... cheirosas!
 Aquelas flores talvez fossem a vida daquele boneco!

........................................................................... boneco de cera.
          


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